Te vi passar, mas não falei
senti na alma, mas não expus
estendi a mão, mas não toquei
portas não mais se abrem
a parede vou furar
Vontade insana de fugir
e com passagens só de ida
para um campo escapar
flores e vida nova
porém agora, astuto e sábio
Dispnéia me derruba
quando bate o arrependimento
fecho os olhos e recordo
dos meus melhores momentos
todo dia acordo e digo,
hoje vou escapar.
domingo, 23 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
Carta, segunda
Escrevo uma carta, perdida em meu subconsciente. Está já foi escrita, nunca no papel, mas apenas, aqui dentro.
Prometi a mim mesmo que iria lhe proteger do mundo, e nunca deixar que escorressem de seus olhos lágrimas, sem perceber que era eu que te magoaria mais. O tempo foi passando e junto com tempo que nunca para, os sentimentos também, em constante metamorfose. As pessoas acordam todo dia, dizem que vão mudar, mas nunca o fazem, erroneamente só percebe-se que mudanças são necessárias, quando o mal já está acontecendo. Mesmo mudando, não importa o quão se mude, ainda há de se pagar o preço pelas coisas que fiz.
Em certo ponto sentia-me impenetrável, nada podia me tocar. Depois meu coração batia fora do meu peito como se já não estivesse em mim. Acreditar no pra sempre cegamente nos leva a um nível de acomodação, por isso agora acredito apenas no até amanhã. Conquistarei o amor diariamente pois não quero mais amar apenas uma vez, até o final, e sim uma vez por dia, cada dia. Amarei e conquistarei mil vezes no mesmo dia, puramente, nunca me deixando levar ao ócio do pra sempre. Quantas vezes você já foi amada hoje?
Certos pensamentos são melhores quando deixados na imaginação.
Prometi a mim mesmo que iria lhe proteger do mundo, e nunca deixar que escorressem de seus olhos lágrimas, sem perceber que era eu que te magoaria mais. O tempo foi passando e junto com tempo que nunca para, os sentimentos também, em constante metamorfose. As pessoas acordam todo dia, dizem que vão mudar, mas nunca o fazem, erroneamente só percebe-se que mudanças são necessárias, quando o mal já está acontecendo. Mesmo mudando, não importa o quão se mude, ainda há de se pagar o preço pelas coisas que fiz.
Em certo ponto sentia-me impenetrável, nada podia me tocar. Depois meu coração batia fora do meu peito como se já não estivesse em mim. Acreditar no pra sempre cegamente nos leva a um nível de acomodação, por isso agora acredito apenas no até amanhã. Conquistarei o amor diariamente pois não quero mais amar apenas uma vez, até o final, e sim uma vez por dia, cada dia. Amarei e conquistarei mil vezes no mesmo dia, puramente, nunca me deixando levar ao ócio do pra sempre. Quantas vezes você já foi amada hoje?
Certos pensamentos são melhores quando deixados na imaginação.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Marry me, on christmas?
Or not. You tought that it would happen but now suffers on the penitence of your heart. Wich heart? The hole on your chest thats there instead, a hole of old pseudo forever loves. Would her marry me on christmas? Yeah, if christmas wasn't before forever ends, now forever is gone.
Mudança radical. Jaz. Aqui em meu corpo não reside a mesma alma.
Merry christmas~~
Mudança radical. Jaz. Aqui em meu corpo não reside a mesma alma.
Merry christmas~~
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
A vida me ensinou que,
Fazer o que o coração manda, quase nunca é o certo, mas sempre é mais gostoso;
Quando não se procura, se acha;
Somos fantoches alheios, mesmo achando estar no controle;
A competição faz parte do amor, o orgulho não;
Amar alguém é fácil, difícil e manter o sentimento.
Pra sempre, dura pouco e "um tempo" dura pra sempre;
Quando não se procura, se acha;
Somos fantoches alheios, mesmo achando estar no controle;
A competição faz parte do amor, o orgulho não;
Amar alguém é fácil, difícil e manter o sentimento.
Pra sempre, dura pouco e "um tempo" dura pra sempre;
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Acordo sorrindo e chorando durmo
Os sentimentos mudam, constantemente.
Odeio não lembrar de como é sorrir quando estou a chorar. Não lembrar da sensação de um pulo quando estou doente. Mas o que me mata, no fundo do coração, é não lembrar de como me sentia no amor, quando estou destruído. Sei que era bom, mas porque não consigo sentir isso agora? Nem uma lembrança, pra dar um gosto.
Qualquer decisão pode ser errada, temo sentir-me ainda pior. Não me contento em ficar sozinho ao relento, versatilmente, tudo pode mudar. Posso sorrir mostrar os dentes á rasgar a boca de manhã, e ir dormir com uma tempestade em meus olhos.
Chama-se viver. Os sentimentos mudam, constantemente.
Odeio não lembrar de como é sorrir quando estou a chorar. Não lembrar da sensação de um pulo quando estou doente. Mas o que me mata, no fundo do coração, é não lembrar de como me sentia no amor, quando estou destruído. Sei que era bom, mas porque não consigo sentir isso agora? Nem uma lembrança, pra dar um gosto.
Qualquer decisão pode ser errada, temo sentir-me ainda pior. Não me contento em ficar sozinho ao relento, versatilmente, tudo pode mudar. Posso sorrir mostrar os dentes á rasgar a boca de manhã, e ir dormir com uma tempestade em meus olhos.
Chama-se viver. Os sentimentos mudam, constantemente.
domingo, 17 de outubro de 2010
Rehab
Que te levou a faltar meu funeral? Se lá estivesses, nem funeral haveria. Que te levas a sumir de minha vida causando minha morte cardíaca como uma penitência de um pecado que não cometi. Dor tremenda seguida de solidão, abandonado com a mera esperança de que um dia renascerei. Desgraça desdita, que tragédia. Luz vermelha que me cega os olhos, será este o sol novamente? Revés da morte que me traz a vida novamente, porém com medo de flagelos. Agarro-me as arvores em suas plantas bagunçadas, ao primeiro som da ventania que açoita os campos indicando novo amor. Daqui não sairei mais, porém desta vez vou devagar, de fininho até sentir-me seguro.
Parece-me aos olhos tudo tão dócil que flui suavemente. O sentimento da morte cai em esquecimento, não há mais o que temer. Pulo novamente no mesmo poço que me sugou a vida uma vez e percebo que o coração pode adoecer, mas sempre voltará mais forte.
Parece-me aos olhos tudo tão dócil que flui suavemente. O sentimento da morte cai em esquecimento, não há mais o que temer. Pulo novamente no mesmo poço que me sugou a vida uma vez e percebo que o coração pode adoecer, mas sempre voltará mais forte.
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